A psicologia humanista existencial é uma abordagem da psicologia que coloca o ser humano como centro da sua atenção. Surgiu a partir da década de 1950 como uma reação à psicologia comportamental e à psicanálise, que viam o ser humano como um ser passivo, condicionado ou determinado por fatores externos ou inconscientes.
A psicologia humanista existencial enfatiza a liberdade e a responsabilidade do indivíduo em relação à sua própria vida. Acredita-se que cada pessoa é única e possui um potencial inato para se desenvolver e se realizar, sendo capaz de tomar decisões e escolher seus próprios caminhos. Nesse sentido, a psicologia humanista existencial é uma abordagem otimista e confiante na capacidade humana de crescer e se transformar.
Um dos principais conceitos da psicologia humanista existencial é a autenticidade, que se refere à capacidade do indivíduo de ser verdadeiro consigo mesmo, de reconhecer e aceitar suas emoções, necessidades e valores. Isso implica assumir a responsabilidade por suas escolhas e ações, mesmo diante de situações difíceis ou desafiadoras.
Outro conceito importante é a existência, que se refere à experiência única e irrepetível de cada indivíduo no mundo. A psicologia humanista existencial valoriza a experiência subjetiva do indivíduo e a importância de buscar sentido e propósito na vida. Para isso, enfatiza a importância do autoconhecimento e do desenvolvimento pessoal como forma de alcançar a realização pessoal e a felicidade.